A grande rotação silenciosa: por que 170 milhões de novos empregos não são boas notícias para todos

A grande rotação silenciosa

Autor: DR. Ricardo Petrissans

Profissional universitário com ampla experiência em diversas áreas de atuação, incluindo gestão empresarial, desenvolvimento de pessoas, atividade acadêmica e criação e engenharia de projetos voltados para o desenvolvimento profissional e a educação.

Economia | Economia o futuro do trabalho

24 Mai, 2026

24 Mai, 2026

Previsões sobre milhões de novos empregos parecem tranquilizadoras, mas escondem a realidade da transição. Novos empregos não surgem automaticamente onde os antigos desaparecem, nem exigem sempre as mesmas habilidades.

Rotação, não resgate

O mercado pode girar de funções em declínio para funções emergentes. Isso não significa proteger trabalhadores. Um funcionário administrativo deslocado não vira especialista em infraestrutura de IA da noite para o dia.

Geografia e classe

Novos empregos se concentram em certas cidades, setores e perfis educacionais. Em outras regiões, automação aparece como perda.

Lacuna de habilidades

Treinamento ajuda, mas não elimina diferenças de idade, tempo, dinheiro e oportunidade local. “Novos empregos” pode virar conforto estatístico.

Conclusão

A grande rotação criará oportunidades e perdedores. A transição precisa ser tratada como problema social, não apenas estatística de mercado.

Autor: DR. Ricardo Petrissans

Autor: DR. Ricardo Petrissans

Profissional universitário com ampla experiência em diversas áreas de atuação, incluindo gestão empresarial, desenvolvimento de pessoas, atividade acadêmica e criação e engenharia de projetos voltados para o desenvolvimento profissional e a educação.

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